Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. Faço férias das sensações. Aqui é onde eu me esvazio, pra depois o mundo me encher.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
“— Eu te amo, Wládya — eu disse novamente, mas desta vez ela não ficou assustada. Em vez disso, nossos olhos de encontraram sobre a mesa e observei-os: pareciam brilhar. Suspirou e desviou o olhar, passando a mão pelos cabelos, e depois olhando para mim novamente. Beijei a mão dela, sorrindo. — Eu te amo também — ela finalmente sussurrou. Eram as palavras que eu estava rezando para ouvir.”
By: Richard Azevedo ;p
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